O Cais do Bico em PhotoSynth

August 22nd, 2008

Ok, tive que o experimentar naturalmente. Depois de ver o que era possível e de ter lido o guia para melhor resultados e o vídeo, saí após o almoço para disparar algumas imagens.

A máquina compacta é a melhor opção para esta tarefa, na minha opinião, dada a quantidade de imagens que devem ser produzidas (menos desgaste). Infelizmente, nesta primeira tentativa, estive limitado a um cartão de 128MB e uma Canon G5, o que me permitiu produzir 92 fotografias de 5 MP.

Iniciei com uma panorâmica de 360º a partir da ponta do paredão sul, captei alguns planos mais apertados sobre os barcos pelo paredão, e segui até ao primeiro dos pontos de atracagem.

A capacidade de processamento do PhotoSynth é fabuloso. Apesar da reduzida percentagem de sintetização considerada (a cena é bastante complexa, em especial devido a ondulação/agua, diria), o PhotoSynth construiu correctamente a cena. no entanto não a deixou completa num só bloco 3D – acabou por dividir o espaço em alguns blocos 3D (é possível saltar entre os blocos a partir dos controlos na tela do visualizador). Além do mais, não tive o cuidado de gerar as imagens com os horizontes correctos nem controlo de exposição. Mesmo assim a combinação de imagens está muito bem conseguido.

É sem duvidas uma alternativa interessante à clássica panorâmica ou panorâmica esférica, mas sem as substituir. A experimentar!

PhotoSynth do Cais do Bico:
http://photosynth.net/view.aspx?cid=7AD3B30B-D989-4709-A3D3-2EFF901B196F

Cloning, patching e healing

January 8th, 2008

Algumas das ferramentas mais importantes que o photoshop disponibiliza são as que permitem retocar eficazmente fotografias. São o clone stamp, o healing brush e o patch tool e estão disponíveis através do menu de ferramentas ou da tecla S para o Clone Stamp e o J para os restantes (o menu ainda disponibiliza a ferramenta de remoção de olhos vermelhos.

Estas ferramentas são importantíssimas no retoque de imagens durante a pós-produção. Basicamente, permitem copiar umas zonas da imagem para outras. A diferença entre elas reside na forma como é efectuado a copia. Isso naturalmente influência o resultado final. É, no entanto, importante reconhecer qual o efeito de cada um para escolher eficazmente qual a usar. Por exemplo, hoje estive a reeditar uma imagem porque na primeira volta escolhi a ferramenta desadequada à tarefa. Escolhi o Clone Stamp quando na realidade o Patch fazia o que realmente queria.

Clone Stamp Tool

O clone stamp tool é provavelmente o mais comum e popular dos 3 que mencionei. O clone stamp tool efectua uma copia exacta do que está noutro ponto da imagem (ou em outra imagem!). Quando se utiliza, o primeiro passo é escolher a zona de onde se pretende copiar (utilizando a combinação alt+click) e depois pintar a zona copiada onde pretendemos. O processo de pintura utiliza brushes (pinceis) com todas as opções que estas nos oferecem, desde dimensões, dureza, opacidade e forma.

O único defeito que esta ferramenta tem é a criação da copia fiel do ponto escolhido, e é apenas defeito quando estamos a tentar clonar uma área que sofre variações de cor e iluminação. Porque a cópia é fiel ao ponto que escolhemos, as diferenças de cor e iluminação entre a zona escolhida e a zona pintada serão notórias. Daí ser muito comum usar a ferramenta para copias completas de objectos e não tanto para retoque de pontos. Também nestes casos, será usado com a opacidade a 100% e um pincel duro. Noutras situações é possível efectuar retoque eficazmente reduzindo a opacidade a um mínimo, tipo 8 ou 9% e usando um pincel mais suave. Se estiver demasiado carregado, corre-se o risco de perder textura na zona a pintar, e mesmo ser notório o trabalho de clonagem.

E este foi o problema q tive. Se bem que a primeira tentativa de edição foi apenas um tratamento rápido, a quantidade de manchas visíveis e as variações de iluminação e a perda da textura, essencial da superfície retratada, exigiu seguir outro caminho e refazer o trabalho.

Para findar a info desta ferramenta, vale a pena mencionar um detalhe. Nas opções da ferramenta há uma opção que e´”Use All Layers”. Usar esta opção permite clonar áreas como se a imagem estivesse toda numa só layer (se tiver mais que um layer, evidentemente). Sem esta opção, era necessário seleccionar a layer de onde queiramos copiar informação, clickar com o ALt a zona de referência, voltar a layer em q estamos a trabalhar e pintar. Com o “use all layers”, é copiado a informação
“à vista” das várias layers. Naturalmente, isto permite q a edição ou a adição da clonagem seja feita numa layer nova, se desejarmos.

Healing Brush

Por vezes, mais eficaz que o clone stamp, é o healing brush, especialmente se quisermos remover coisas pontuais , no meio de áreas mais ou menos uniformes, como uma burbulha numa face. O healing brush funciona da mesma forma que o clone stamp, essencialmente, mas é mais “mágico”. O healing brush efectua a copia da textura da zona escolhida para a zona que nos pintamos. de seguida, ele analisa a zona pintada e o exterior a essa zona e calcula os valores de iluminação e cor para produzir uma transição suave. No caso de uma face, vamos buscar textura de pele limpa, mas sem alterar as transições de iluminação associadas à zona da face onde pintamos.

A ferramenta é excelente para corrigir borbulhas e sinais, limpar pontos de ruído do sensor, etc. Más porque verifica a zona exterior ao do pincel, surge um problema – se estivermos demasiado próximos de uma transição abrupta, o cálculo de luz e cor pode falhar. Para evitar este problema, deve-se criar uma selecção sobre a zona a editar, excluído a transição.

Spot Healing Tool

O spot healing é idêntico ao healing brush, exceptuando o facto de que não é necessário escolher um ponto para amostragem. É usado, de forma automática, a informação em torno do ponto pintado para criar os dados da zona pintada, incluindo iluminação e cor. Mais simples e eficiente para os pontinhos a remover (como o pó das películas digitalizadas).

Patch Tool

O patch tool utiliza o mesmo algoritmo que o Healing Brush, mas em vez de usar um pincel, a ferramenta é baseada numa selecção. Essencialmente, seleccionas de forma mais ou menos rigorosa a zona a corrigir, e arrastas a selecção para outra zona da imagem, com a textura limpa que queres. A ferramenta irá processar a zona seleccionada inicialmente com a textura da zona limpa, e com a iluminação e cor calculada. é óptimo para áreas grandes que requerem substituição completa.

Este foi a ferramenta que usei na edição (mostrarei melhor num próximo post) para corrigir os problemas que o Clone Stamp gerou, naquela situação concreta. permitiu corrigir áreas maiores, mantendo intacto texturas e variações de luz e cor, exactamente aquilo que necessitava.

Se nunca testaste este conjunto de ferramentas, recomendo um teste. São óptimas para o retoque, mesmo que básico, das imagens fotográficas que produzimos. E será certamente um novo ponto a adicionar ao teu workflow.

Se, no entanto, usar estas ferramentas são o teu dia-à-dia, tens alguma técnica porreira que pretendes partilhar? Se sim, deixa um comentário!

Fotografando grupos grandes

January 4th, 2008

Nada facil… nada mesmo!

O problema de grupos grande é … serem grandes! hehe. Mas a sério, conseguir juntar todos os elementos numa só imagem torna-se um grande desafio. Especialmente em termos de largura e especialmente querendo uma imagem quadrada! Ainda estou a preparar a edição das imagens e portanto ainda não tenho um produto final, mas sei que vai dar mais trabalho do que desejaria a conseguir a imagem que quero.

Só para situar, trata-se de parte de uma produção fotográfica para um grupo de musica tradicional local (quando o trabalho estiver finalizado, farei a publicidade). O grupo é bem grande (12 elementos, +/-). Em concerto, costumam estar divididos em dois grupos/filas, a maior atrás para os coro, e uma frontal para instrumentos clássicos. Infelizmente um dos instrumentos não estava presente e portanto o plano frontal ficou menos “denso”, e o grupo atrás ficou ainda mais longo.

Eu já contava necessitar de pós produzir a imagem, especialmente na extensão do fundo na vertical, e para obter o efeito monocromático que pretendo. No entanto, ter um grupo tão largo quase que me tramou por não caber dentro da frame da imagem. Foi necessário puxar o grupo até contra o fundo para os manter dentro da área de 7 metros de comprimento que o fundo possuía. O fundo era de serrapilheira com 7m de largura e 3,9 de altura. Na realidade foram 3 tiras costuradas. Ter espaço nos extremos é importante para que a edição seja eficaz.

Nesta situação, também, a contar com a necessidade de extender o fundo, aproveitei para criar algumas imagens de “clean plane”, ou seja do plano limpo, sem elementos frente ao fundo. Terei mais opções dessa forma para clonar. Pequeno detalhe, grande diferença em termos de eficiência.

A iluminação foi muito simples, uma luz de fundo/recorte apenas com o reflector metálico, de feixe bem largo, e uma luz a 45º com sombrinha, também alto. Ambas as luzes estavam suficientemente distantes para chegar ao grupo de uma forma mais ou menos uniforme. A diferença entre extremos do grupo foi de um stop, e permitiu uma modulação desejada. Admiti a adição de uma segunda luz, para preenchimento, mas acabei por optar por não usar.

Moral da história – com grupos grandes, a pré-produção é exigente. Procura garantir que os elementos caibam todos confortavelmente na frame, e se possível, procura formas de criar planos. No meu caso se pudesse elevar parte do coro num objecto tipo degrau, teria sido óptimo e a largura diminuiria bastante. Quanto à iluminação, não é necessário grande aparatos (ou nem sempre). Só tens de garantir alguma uniformidade, distanciando a luz (lei do inverso do quadrado da distância…).

"Using the View Camera"

September 3rd, 2007

ViewCamera

As câmeras de grande formato, em termos de técnica de utilização, têm muito que se lhe diga. Têm toda a complexidade inerente a uma máquina fotográfica normalissima, com a adição dos movimentos técnicos de rise/fall, shift, swing, tilt e nalguns casos “yaw”. Adiciona-se a isso regra de Scheimpflug (ligada à alteração da orientação do plano de focagem), a as alterações da abertura com a extensão do fole…

Pela web existe bastante informação. Basta ver os forums do http://www.largeformatphotography.info/forum/, por exemplo. Eu pessoalmente tenho muito gosto em ter um bom livro nas mãos e obter a informação daí. Sempre permite-me afastar do ecrã do PC.

Um que eu já tinha, em formato electrónico, era o “Using the View Camera“, de Steve Simmons e publicada pela Amphoto Books. Infelizmente o livro é um scan do original, e portanto de reduzida qualidade. É mau de ler no ecrã e maus de ler impresso. Mas é perfeitamente notório que o conteúdo do livro é claro e de grande qualidade na informação. E daí decidi comprar o livro para o adicionar à colecção.

O livro é bastante completo e serve sem duvida como uma introdução completa – tem desde a informação das máquinas e formatos, das objectivas e obturadores, os princípios ópticos, os movimentos das máquinas, os modos de operação da máquina, películas, revelação, o sistema de zonas, e no fim uma série de exemplos de imagens usando a grande formato. Um livro pequeno mas completo.

30fps.. alguem?

August 28th, 2007

Veja só este “rig” que o fotografo da USA Today Robert Hanashiro montou para captar a sequência de uma tacada de basebol do Bary Bonds, jogador que acabou de bater o recorde de homeruns da carreira (que esta assim meio defraudado pelo facto de ele ter usado esteróides em anos anteriores…).

Anyway, 3 câmaras que disparam a 10fps, 3 objectivas de 600mm montadas em paralelo, e arduamente alinhadas, e pocketwizards com um atraso definido. Deste modo, as 3 máquinas captam aproximadamente a mesma composição e perspectiva, e o atraso definido nos disparos permite as maquinas dispararem desfasadamente , em sequência (maquina A, depois B, depois C depois A…)de modo a elevar os 10fps aos 30fps.

O vídeo: http://www.sportsshooter.com/special_feature/30fps/
A sequência: http://www.usatoday.com/sports/graphics/bonds-756/flash.htm

Dicas

August 17th, 2007

E porque hoje o post tem de ser rápido (há teatro hoje no Centro Recreativo Murtoense, e eu vou andar pela adega no apoio – hoje e amanhã), queria só deixar uma dica que também me foi dada pelo Paulo Carrasco ontem ou anteontem: George Jardine on Lightroom and Digital Photography e 101 Hidden Tips & Secrets For Photoshop. O primeiro é o blog do George Jardine com podcasts dedicados à aplicação Lightroom e a fotografia digital (com entrevistas e afins). Saquei uma série delas para ouvir, e pode interessar a mais povo. E por falar em podcasts, esta semana saiu o novo do Lightsource/studiolighting.net com entrevista a Roman Salecki e q é uma audição interessante.

Já ligado ao segundo link, refere-se a uma longa lista de atalhos do Photoshop; uma lista sempre útil para aumentar a eficiência de uso da aplicação.

Hoje tive por Aveiro; fartei-me de procurar blackout mas felizmente consegui encontrar. Também orientei as molas para o back (réguas metálicas). Portanto tenho o q me falta em termos de material. Ver se amanha já começo a acabar a máquina. Não pude deixar de passar no quiosque da rotunda e encontrei la uma revista nova, que parece muito fixe. Amanha falo dela… :D

Eureka!

July 17th, 2007

normaloption

Graças ao grande amigo Paulo Carrasco, encontrei finalmente a opção de manter as marcas da película na imagem scanada, no software da Epson! Basicamnete, ela anda escondida. No botão de preview, tem uma seta memso ao lado, q é um botão novo, e que apresenta um menu em que os thumbnails estão seleccionado. Bsta (é tãããããoooooo simples) seleccionar o modo normal, e a janela preview passará a mostrar toda a área iluminada pelo scanner. That simple!

citando: “…borrego :D não lês os manuais! :D

Scans de processos cruzados

July 16th, 2007

Acho que posso contar pelos dedos o numero de vezes que consegui uma imagem decente com o processo revelado com o processo cruzado. E sobretudo penso que se trata de problemas de processo.

O processamento cruzado tem por base a revelação de película em química “inadequada”, nomeadamente a revelação de película de slides (positivos que requer químicos do processo E-6) em químicos usados para revelar negativos a cores (processo C-41). Na realidade o processo funciona, no entanto o resultado é um negativo. E dependendo da película, esta terá uma core base diferente da habitual laranja/castanho dos negativos a cores. No caso do Fuji Astia, o resultado é um negativo verde.

Deste modo, apesar de termos uma imagem presente, temos as cores trocadas e contrastes alterados. Tradicionalmente, a impressão seria feita normalmente no laboratório, como para um negativo, mas com um ajusto de filtragem mais trabalhada para tentar aproximar as cores. E os resultados tendem a ser fabulosos, com cores ricas e fortes.

Scanar é que mais “doloroso” em termos de processo. O facto prende-se que a generalidade do software procura a cor alaranjada da película para corrigir,e como não o encontra, os resultados são… esquisitos. E os softwares do scanner geralmente não tem uma opção de escolha para o ajusto automático das cores, porque não existe propriamente um ajusto correcto – a química destruiu essa opção, basicamente. Mesmo assim tem de haver uma forma de obter resultados minimamente satisfatórios para preparar a restante edição. Numa pesquisa, encontrei este thread no fórum do photo.net com uma sugestão de scanar como se fosse película preto e branco. Decidi experimentar e fazer comparações.

cross_posScan
cross_negScan
cross_bwScan

As três imagens em cima são as previsualizações para scans como película positivo, negativo e preto e branco, respectivamente. À esquerda são scans sem qq ajusto de cor (“reset” no software da Epson) e à direita é o scan com o ajusto automático. Como é visivel, como positivo temos a película no seu estado original – verde! Como negativo de cores, é feito um ajusto automático e que reforça em muito o contraste. O scan a preto e branco, ignora o cast alaranjado, e a correcção é mais ténue, mas mais “flat”. O típico dos negs neste caso é a existência de uma componente arroxada em toda a imagem, ou pelo menos muito notável nos céus azuis fortes, especialmente nas transições.

cross_bwAdjust

Seguindo as indicações do post, efectuei os ajustes de pretos e highlights e gama (o que não é nada fácil na janela tão pequena do preview do Epson Scan). Efectivamente melhorou a imagem. Um contraste mais forte e uma ligeira saturação (10) finalizou o processo de ajusto para o scan (imagem de cima). A imagem scannada dava efectivamente uma boa base de arranque para a restante edição.

No entanto decidi experimentar, parralelamente, outra ideia. E se scannado o negativo como positivo ou como negativo ou como película preto e branco, fizesse os restantes ajustes no PS, sobre a imagem base? O Neg é uma opção horrível – é muito difícil de efectuar os ajustes (pelo menos sem correcção automática).

No caso da imagem positiva (verde) a imagem produzida ficou muito claro e arosado. Aplicando ajustos no histograma (ponto preto, e ponto branco), apareceram as cores “correctas” (ou pelo menso muito próximo do que poderia esperar). Duas curvas ajustaram o contraste para o seguinte resultado:

cross_posPSadjust

Um dos problemas do Epson scan, e que considero grave, é q o crop é sempre automático. É util, mas volta e meia há uma imagem da qual o software não consegue detectar correctamente, e é recortado demasiado da imagem. Nesse aspecto, o Silverfast é muito mais atractivo, e até permite manter as margens! Neste caso esse problema surgiu com a versão positiva…

A outra tentativa foi com a versão scannado como preto e branco (a 24bits de cor).O processo ignora a inversão das cores, visto que já está correctamente colorido, e restringe-se à correcção de tons – levels para corrigir o ponto negro e curvas para o contraste. A curva do Cross-process do PS3 n resulta, infelizmente. duas curvas com o preset “Strong Contrast” resulta bem. O resultado com uma e duas curvas, respectivamente:

cross_bwPSadjust
cross_bwPSadjust2sc

Com 2 curvas aplicadas, é possível que o contraste esteja demasiado agressivo. tem piada ver que com um black and white aplicado (e filtro azul, e amarelo ajustado) a coisa tb fica engraçada!

cross_bwPSadjustBW

Utilizando a ferramenta Black and White do Photoshop CS3

June 25th, 2007

Na leitura dos RSS de manhã encontrei no Art-nudes um post com um tutorial interessante de conversão para preto e branco usando a nova ferramenta black and white do Photoshop CS3. É bem mais eficiente que o método da desaturação ou memso o Channel Mixer (não é necessario ajustar as percentagens de modo a equilibrar nos 100%). E existe como camada de ajuste (adjustment layer)!

- Permite ajustar os tons em 6 gamas de cor (vermelhos, amarelos, verdes, cyans, azuis e magentas);
- Tem filtros de cor prédefinidos (como no channel mixer);
- Permite realizar a coloração do preto e branco;
e talvez o mais interessante:
-Permite ajustar os tons de um canal clicando e arastando directamente sobre a imagen, evitando o processo de adivinha de canal de cor associado!!!

Mais videos em photoshopsupport.com

Vinhetagem em Photoshop

June 24th, 2007

Cadeira-e-mesa01_450
Andei a brincar com uma imagem que tirei há já uns bons meses, mas que só agora scanei (até parece que ando numa de Winogrand a revelar meses depois de tirar :P ). Trabalhando a imagem, passei-o para preto e branco (usando o Channel Mixer com um filtro amarelo, por dar o toque que mais me interessava).

Por fim achei que lhe devia dar uma vinhetagem ligeira, que creio que reforça a imagem. Encontrei um pequeno tutorial interessante com um método em http://digital-photography-school.com/. É um processo simples:

– Cria uma selecção para a área da vinhetagem. Como a minha imagem é quadrada, criei uma selecção quadrada distanciado da margem 100 pixeis (dos 2500 da imagem).
– Entra no modo quickmask (Q). A selecção fica transparente e a área não seleccionada (externa) fica vermelha.
– Aplicar um Gaussian Blur, e manipular o valor para ter o gradiente desejado na área vermelha da máscara. Eu usei um valor na ordem dos 70.
– Remove o quickmask (Q). Deve ficar uma selecção quadrada de cantos redondos.
– Inverte a selecção (shift + ctrl + I).
– Aplica uma nova camada de ajuste de cor sólida preta. Altera a opacidade para o valor desejado (coloquei-o na ordem dos 70).

Et voilá. Simples e funcional